Conhecendo um pouco a cidade
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Nice fica entre Mônaco e Cannes, à 30 km da fronteira italiana e a cerca de 900 km da capital , Paris. Sua população é de cerca de 350 mil habitantes.
Os italianos a chamam de Nizza (o balneário pertenceu à Itália até 1860); os norte-americanos até hoje acham a cidade “nice”, agradável; mas foram os ingleses que, há mais de um século, transformaram o local na era vitoriana, época em que ser inglês era quase sinônimo de abraçar o turismo.
A própria rainha Vitória visitou Nice em 1895, mas, antes mesmo dela, seus súditos financiaram a construção do passeio de 5 km à beira-mar, o Promenade des Anglais, construído a partir de 1822, sob inspiração do vigário anglicano Lewis Way, para dar emprego aos pobres.
Seja no alto da colina do Le Château -local onde a cidade se originou e onde estão os restaurantes e a vida noturna, além de museus -, seja à beira-mar –no Promenade des Anglais, emoldurado por palmas–, Nice tem prédios art nouveau gloriosos e algo decadentes, além de um porto cosmopolita.
A face mais emblemática da cidade tem hotéis como o Le Negresco, edificado em 1912, além de inúmeros prédios, uns ecléticos, outros modernosos.
Nice tem um Carnaval de 18 dias entre o final de fevereiro e o início de março, único pelo espetáculo de fogos e por uma batalha de flores. Foi eleita lugar para se viver por escritores e artistas. Entre esses, figuram o norte-americano F. Scott Fitzgerald, e ainda o pintor Henri de Toulouse-Lautrec e o escultor Auguste Rodin.
Os pintores Henri Matisse e Raoul Dufy foram definitivamente mais longe e estão sepultados na cidade. Obras de Matisse, que viveu cercado de amigos como Pablo Picasso, Pierre Bonnard e Pierre-Auguste Renoir, artistas plásticos que viveram em cidades próximas, na Riviera Francesa, podem ser apreciadas num museu em Cimiez.
Nascido na Rússia, Marc Chagall também se rendeu aos encantos e à luz radiosa de Nice, onde o enorme Museu de Arte Moderna e Arte Contemporânea abriga inclusive obras de artistas da era pop, como Roy Lichtenstein, Andy Warhol e Christo.
A fonte do Sol, na praça Masséna, e a rua France, com seu calçadão repleto de lojas, barzinhos e restaurantes turísticos, são outros lugares em que o banhista passeia a pé.
Os restaurantes turísticos ficam atrás do chamado Quai des États-Unis, no Cours Saleya, ligados à praia por um pavilhão, na área conhecida como Vieux Nice. Às terças e aos domingos, no Cours Saleya, tem lugar um mercado de flores; às segundas, ocorre ali uma feirinha de antiguidades.
A praia é pedregosa e cheia de gente nos dias ensolarados.
(Fonte: Wikipédia e Folha Online Turismo)








