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abr 19, 2012
Lu Francesa

Pont du Gard, França

Primeira parada do dia foi para ver a Ponte du Gard (Pont du Gard em francês) que fica a cerca de 28km de Avignon e 24km de Nîmes.

A ponte do Gard é uma porção de um aqueduto romano situado no sul da França, perto de Remoulins, Uzès, Avignon e Nîmes. Trata-se de uma ponte construída em três níveis que assegura a continuidade do aqueduto que trazia água de Uzès até Nîmes na travessia do Gardon. Foi provavelmente construída no século I a.C..

A ponte do Gard foi construída pouco antes da era cristã para permitir que o aqueduto de Nîmes (que tem quase 50 km de comprimento) atravessasse o Gard. Os arquitetos e engenheiros hidráulicos romanos que a desenharam criaram uma obra-de-arte técnica e artística.

A ponte tem 49 m de altura, e 275 m de comprimento.

Ela foi listada como Patrimônio Mundial pela UNESCO em dezembro de 1985.

abr 9, 2012
Lu Francesa

Avignon, França

Nice –> Gorges du Verdon (A) –> Avignon (B)

Nossa segunda parada na viagem aqui no sul da França foi Avignon, cidade que escolhemos para nos hospedar na primeira “etapa”, dormimos 3 noites.

Saímos de manhã de Nice em direção a Gorges du Verdon e de lá seguimos viagem para Avignon, antes demos uma paradinha para lanchar em Moustiers  Sainte-Marie. Chegamos já “tarde”, deixamos as malas no hotel, fomos procurar um restaurante para jantar, tinham poucas opções aquela hora, mas encontramos um bom restaurante.

No dia seguinte, depois de um bom café da manhã saímos em direção ao Palácio dos Papas, não sem antes tirar um monte de fotos pelo caminho ;) , fomos com amigos que tb gostam de fotografia, então foi muitoooo legal.

O Palácio dos Papas, construção gótica do século XIV domina o centro da cidade com suas altas fachadas, ele foi a residência dos papas de 1309 a 1403, mas a cidade contém outras riquezas, ao norte do Palácio, fica o Musée du Petit Palais, no passado residência do arcebispo de Avignon. Agora um museu, expõe escultura romântica e gótica, quadros medievais de Avignon e escolas italianas, com obras de Botticelli e Carpaccio. Há também notáveis igrejas, como a Cathédrale Notre-Dame-des-Doms e a Église St-Didier, do século 14.

A Place de l’Horloge é o centro da vida social, com cafés na calçada e um carrossel datado de 1900.

Outro ponto de interesse é a Ponte Saint Benezet que fica sobre o rio Ródano, da qual só restam quatro arcos dos 22 que inicialmente tinha. A ponte, famosa por uma canção infantil francesa (Sur le pont d’Avignon) foi construída entre 1171 e 1185, com sucessivas reconstruções. Finalmente, depois de uma forte enchente do Ródano em 1660, a ponte ficou nas condições que apresenta atualmente. A cidade é palco anual de um importante festival de teatro, realizado desde 1947.

 

A partir de 1995, o Palácio dos Papas, juntamente com o Centro Histórico de Avignon, passou a estar classificado na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

Nossos amigos voltaram para o hotel para descansar e nós fomos conhecer o Palácio dos Papas, mal chegamos e começou uma chuva super forte, mas por sorte nos molhamos pouco. A visita deve ter durado umas 2h, mas é necessário mais tempo, não tínhamos muito.

Voltamos para o hotel para encontrar nossos amigos e fomos a um restaurante corsa (da Ilha de Córsega) recomendado no Tripadvisor, chamado Mamma Corsiga, recomendo provarem o crème glacée de figue noix (figo nozes), muitooooooooooooo bom!

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mar 30, 2012
Lu Francesa

Paris by Pinterest

(Ao clicar na foto terá o link de onde foi tirado)

mar 26, 2012
Lu Francesa

Gorges du Verdon, França.

Em outubro do ano passado fizemos uma viagem com alguns amigos, alugamos uma espécie de furgão e partimos para conhecer algumas cidades não muito distantes daqui, mas que não conhecíamos ainda, algumas só tínhamos estado na estação de trem.

Nice (A) –> Gorges du Verdon (B) –> Avignon (C) –> Nîmes (D) –> Arles (mas só jantamos lá, estava muito frio  no dia) (E) –> Aix-en-Provence (F) –> Marseille (G) –> Cassis (H) –> Cannes  (I) –> Nice

Primeira parada Gorges du Verdon

São aproximadamente 2h15 de viagem, de carro, saindo de Nice.

Fazia um bom tempo que eu gostaria de conhecer, tinha visto foto de amigos e tinha ficado impressionada por tamanha beleza, o Léo conheceu com amigos em 2000, quando morou sozinho na França, mas para chegar lá é preciso um carro, então já que alugamos um seria o momento ideal.  Segundo informações de amigos existem dois caminhos para chegar ao Lac de Saint-Croix , que é um lago artificial,  um deles se chega “diretamente”  e o outro passando pelos Gorges, escolhemos a segunda opção e apesar do medo que senti vale muito a pena.

Gorges du Verdon fica entre Moustiers-Sainte-Marie (a extremidade oeste) e Castellane (a leste),  por vezes chamado  de “Grande Canyon”, tem 21 km de extensão, em alguns pontos o desfiladeiro chega a ter 800m de profundidade, o mais profundo da Europa. Todo cuidado é pouco, quem está dirigindo tem que estar  concentrado pq é sinistro, se vê pedra de um lado e precipício do outro, eu quase tive um treco, kkkkkkkkkk, tive que trocar de lugar e várias vezes fechei os olhos! Nunca mais voltarei lá pelo caminho que fizemos, sou medrosa demais. Durante o percurso existe alguns acostamentos onde vc pode parar para apreciar e tirar fotos.

É bom evitar de ir em julho e agosto, fica lotadíssimo e mal dá para aproveitar.

É possível fazer passeio de canoa ou andar de pedalinho , fui no outono e não era possível, então creio que só na primavera e verão.

Se vier na região e tiver oportunidade não deixe de visitar é um lugar lindo!

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mar 18, 2012
Lu Francesa

Fotografando por aí… Nice

Fotos tiradas em outubro do ano passado quando amigos estiveram nos visitando ;)

mar 9, 2012
Lu Francesa

Crianças da China, Museu de Artes Asiáticas, Nice, França

Ontem fui com uma amiga ver a exposição Crianças da China no Museu de Artes  Asiáticas. Muita cor, como eu gosto, fora a história mostrada em cada objeto.

Para uma visita virtual do Museu clique AQUI !

A exposição ficará até o dia 14 de maio, entrada grátis.

MUSEE DES ARTS ASIATIQUES
405 Promenade des Anglais
Arenas – 06200 Nice

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fev 24, 2012
Lu Francesa

Mont-Saint-Michel, França.

Rennes –> Mont-Saint-Michel

Foto tirada da internet

No dia 13 de agosto tiramos a manhã para conhecer Rennes e no início da tarde pegamos o ônibus para o Mont-Saint-Michel (levamos cerca de 1h15), a estação de ônibus fica perto da de trem, saindo, do lado direito, quanto aos horários, eles são de acordo com os trens que chegam de Paris, para que se tenha tempo de pegá-lo.

Eu queria muito conhecer o Mont-Saint-Michel e foi emocionante, quando eu comecei a vê-lo meu coração disparou, os olhos começaram a encher de lágrimas, quanto mais perto chegávamos  mais eu ficava emocionada, quando desci do bus eu mal conseguia falar, estava engolindo as lágrimas, não queria chorar na frente das pessoas,rs,  nunca tinha ficado assim visitando um lugar.

Não ficamos em um hotel “dentro” do Mont, mas ele era razoavelmente “perto”, perto tem um mercado, que eu adorei, tem muita comida típica e lindos souvenirs, ao lado do mesmo tem um Brioche Dorée, onde vc pode comer um delicioso sanduíche e/ou uma saborosa tortinha de morango ou chocolate com banana (minhas preferidas).

Saindo na parte de trás do hotel temos esta visão do Mont, acho que são uns 20 minutos de caminhada, mas vale pela paisagem.

Infelizmente estava um dia chuvoso, o que é super normal na região, o pessoal até brinca  (veja postal abaixo). Apesar de sermos doces não somos feitos de açúcar :P , então fomos aproveitar o dia, estávamos ansiosos para ver tudo.

Na primeira “parada” para fotos encontramos uma família japonesa que estava no nosso bus (90% dos passageiros eram asiáticos) , super simpáticos perguntaram de onde éramos e ficaram contentes quando falamos Brasil, quiseram tirar foto conosco e tudo :)

Uma das coisas mais legais é ver a maré baixa e a maré alta, veja no site os dias e horários pq não são todos os dias e tem horário certo, nós vimos a maré subir na tarde do dia 13 e madrugamos no dia 14 para poder ver tb, estava escuro quando saímos do hotel, além de nós dois só vimos mais um casal indo para lá, o dia foi amanhecendo a medida que íamos andando para lá.

Maré alta, olha a placa lá embaixo, cobrindo uma parte dela

Maré baixa, a placa agora sem água por perto

O Monte Saint-Michel é um ilhote rochoso na embocadura do Couesnon, no departamento da Mancha, na França, onde foi construído um santuário em homenagem ao arcanjo São Miguel. Seu antigo nome é “monte Saint-Michel em perigo do mar” (Mons Sancti Michaeli in periculo mari).

A arquitetura prodigiosa do monte Saint-Michel e sua baía constituem o ponto turístico mais frequentado da Normandia e um dos primeiros da França, com cerca de 3 200 000 visitantes por ano. Uma estátua de São Miguel colocada no topo da igreja abacial culmina a 170 metros de altura. Diversos prédios e habitações são, a título individual, classificados como monumentos históricos (a igreja paroquial desde 1909, por exemplo) ou inscritos no inventário suplementar de monumentos históricos.

A história da Abadia do monte Saint-Michel remonta, crê-se, ao ano 708, quando Aubert, bispo de Avranches, mandou construir no monte Tombe um santuário em honra a São Miguel Arcanjo (Saint-Michel). No século X os monges beneditinos instalaram-se na abadia e uma pequena vila foi-se formando aos seus pés. Durante a Guerra dos Cem Anos, entre França e Inglaterra, o Monte Saint-Michel foi uma fortaleza inexpugnável, resistindo a todas as tentativas inglesas de tomá-la e constituindo-se, assim, em símbolo da identidade nacional francesa. Após a dissolução da ordens religiosas ditadas pela Revolução Francesa de 1789 até 1863 o Monte foi utilizado como prisão. Declarado monumento histórico em 1987, o sítio figura desde 1979 na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

O monte era ligado ao continente através de um istmo natural que era coberto pelas marés altas. Ao longo dos séculos a planície alagável em torno foi sendo drenada para criação de pastagens, reduzindo a distância do rochedo à terra, e o rio Cousenon foi canalizado, diminuindo seu aporte de água e acelerando o assoreamento da baía. Em 1879 o istmo foi reforçado e tornou-se uma passagem seca perene. Em 2006 o governo francês anunciou um projeto para tornar novamente o monte uma ilha com a construção de barragens, devendo ser completado em 2012.

Restaurante La Mère Poulard,  conhecido por sua famosa omelete, que é o olho da cara, por isso não experimentamos.

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fev 15, 2012
Lu Francesa

Rennes, França.

No dia 12 de agosto fomos para Rennes, saindo de Paris, a viagem durou cerca de 2h/2h15, deixamos as malas no hotel e fomos conhecer St Malo, no final da tarde voltamos para Rennes, que só fomos realmente conhecer no dia seguinte, por algumas horas, mas foi o suficiente, a cidade é pequena, uma gracinha, mas não tem muito o que ver, vale a pena ir se vc vai a St Malo e/ou Mont St Michel.

Fundada pelos gauleses e colonizada pelos romanos, Rennes está estrategicamente localizada no encontro dos rios Valaine e Ille. Depois que a Bretanha se uniu à França, em 1532, a cidade se tornou capital regional. Em 1720, um incêndio de seis dias arrasou a cidade. Restou apenas uma parte da cidade medieval e o traçado quadriculado do século 18, que surgiu das cinzas. Em torno deste núcleo histórico estão as fábricas de alta tecnologia da Rennes moderna – uma cidade confiante, com duas universidades e intensa vida cultural.

Andando pelas ruas que saem da Place des Lices e da Place Ste-Anne, é possível calcular como era antes do grande incêndio. Quase todas as ruas estão reservadas para pedestres e esta área é hoje o coração jovem da cidade, cheia de bares, crêperies e lojas.

(Esta tirei no dia que voltamos do Mont Saint Michel e fomos pegar o trem de volta a Paris)

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fev 10, 2012
Lu Francesa

Saint-Malo, França.

Um dos nossos desejos era conhecer o Mont Saint Michel, nos programamos para conhecer a cidade em agosto,  unimos o útil  ao agradável e fomos a Saint-Malo e a Rennes que fica próximo. Saímos de Nice em direção a Paris no dia 11, chegamos já no final da tarde, mas deu para passear um pouco na cidade luz. No dia seguinte fomos para Rennes, deixamos nossas malas no hotel e fomos para St-Malo, não esperava muito da cidade e tive uma boa surpresa, ela é maior, mais bonita e mais legal do que esperava, e valeu muito a pena, as pessoas são simpáticas e adoram um papo,rs, quase que não saímos de lá por conta de um senhor que começou a conversar com a gente em uma loja.

O dia não estava lá dos mais bonitos, mas é normal para aquele lado de lá, sorte quem pega um dia ensolarado.

Saint Malo foi uma ilha fortificada. O nome da cidade é uma homenagem a Maclou, um monge do País de Gales que passou pela cidade no séc.6º para pregar a fé cristã. Dos séculos 16 a 19, o porto trouxe riqueza e prosperidade devido à façanhas de seus marinheiros. A cidade sofreu intensos bombardeios em 1944, mas foi cuidadosamente restaurada e atualmente é um porto importante e terminal de ferryboats, além de balneário.

A cidade antiga é rodeada por muralhas das quais se divisa um maravilhoso panorama de St-Malo e das suas ilhas.

O interior da cidade é um labirinto de ruas estreitas com calçamento de pedra e altas edificações do século 18 que abrigam lojas de souvenirs, restaurantes de frutos do mar e crêperies (que falarei em um outro post).

Tem trens para a cidade saindo de Paris, são mais ou menos 3h de viagem (as vezes um pouco menos, as vezes um pouco mais), o preço varia conforme o horário e estação do ano, para a compra das passagens acesse o site da SNCF ou na própria estação de trem, geralmente passagens compradas com 3 meses de antecedência (que é quando abre para a venda) são mais baratas.

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jan 12, 2012
Lu Francesa

Segóvia, Espanha.

Segóvia é mais uma das cidades próximas a Madrid que vale a pena conhecer, basta uma tarde, fica a 30 minutos de trem, super rápido. Comprei passagem 2 meses antes, achei melhor garantir já que fomos em pleno verão e que não tem trem saindo toda hora.

Ao sair da estação de trem é necessário pegar um ônibus, fica quase em frente, estão em “sincronia” com as chegadas dos trens, então não dê bobeira e vá logo atrás para não perdê-lo ;)

Chegamos perto das 15h e fomos almoçar, neste dia passamos a manhã em Madrid, visitando o Palácio Real, almoçamos assim que chegamos perto do Aqueduto, comida simples, mas gostosa e barata (colocarei fotos depois, quando publicar o “comida de viagem”). Como estava muito quente (Espanha no verão nunca mais) , fiquei um pouco mal, mas tinha que aproveitar e caminhei mais lentamente, melhorei um pouco.

A cidade é uma graça, a primeira coisa que vimos foi o Aqueduto, que é o que se vê assim que se chega ao centro da cidade, depois fomos  em direção ao Alcázar de Segóvia, li na internet que se inspiraram nele para fazer o castelo da Disney, mas tb já li que se inspiraram no Castelo de Neuschwanstein, que fica na Alemanha, só a própria Disney para responder o certo :P

Alcázar de Segóvia é um palácio fortificado em pedra, que teve as suas origens numa fortificação islâmica. A primeira referência a este alcázar, em particular, remonta a 1120, cerca de 32 anos depois de a cidade de Segóvia regressar a mãos cristãs (durante o período em que Afonso VI de Castela reconquistou terras para sul do Rio Douro até Toledo e mais além). No entanto, evidências arqueológicas sugerem que o sítio deste alcázar já fôra usado no tempo dos romanos como fortificação. esta teoria é substancializada pela presença do famoso Aqueduto Romano de Segóvia.

Não se conhece a forma do alcázar até ao reinado de Afonso VIII de Castela (1155-1214), embora documentação antiga mencione uma paliçada de madeira. Pode, por isso, concluir-se que antes do reinado de Afonso VIII, o alcázar não passava de um forte de madeira construído sobre as velhas fundações romanas. Afonso VIII e a sua esposa, Leonor Plantageneta, fizeram do Alcázar de Segóvia a sua principal residência, tendo sido empreendidos trabalhos para erguer o início da fortificação de pedra que pode ver-se atualmente.

Entre o Aqueduto e o Alcázar , fomos conhecendo a cidade, passamos pela praça principal, lojas de souvenirs (que eu “tive” que parar para comprar alguns) e etc, na volta passamos pelo comércio, mas o tempo era curto e tínhamos que voltar para a estação de trem.

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NÃO me chamo Luciana. Tenho 33 anos (14/09), casada, moro na França desde setembro de 2004, morando em Nice pela segunda vez.
Faço o programa Dieta e Saúde.
Comecei este blog em 04/01/04, com 106,5kg e IMC: 34.38


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