Archive for the 'Textos interessantes sobre emagrecimento' Category

abr 17 2012

Especialista ensina como evitar o sentimento de culpa

Saiu da dieta, não foi à academia e nem cumpriu metade das coisas que tinha se proposto para essa semana? Nada de se martirizar ou fazer tempestade em copo d’água. Apesar dessas atitudes não serem muito legais, remoer o tempo que passou e se autopunir por conta desses erros não compensa, afinal, o sentimento de culpa não vai fazer você ficar mais magra ou com a barriga durinha. Então, cabeça erguida e bola para frente.

Vanessa Ritzel, terapeuta e especialista em potencial humano, explica que é normal os sentimentos de arrependimentos, culpas e cobranças estarem presentes na vida das pessoas, mas elas devem usar isso de forma como aprendizagem e não apenas pelo lado negativo. “Se arrepender faz parte do processo de evolução pessoal, mas ficar remoendo determinadas atitudes só torna esses sentimentos ainda mais fortes”, afirma.

Ela ainda diz que os comportamentos repetitivos se tornam automáticos e inconscientes. “A atenção focalizada une e estabiliza os circuitos no cérebro e uma vez ligados entre si, o cérebro vai responder de forma semelhante. É por isso que quando uma pessoa foca sua atenção em algo repetidamente, seja pensando, agindo ou sentindo, o foco se torna um hábito, que se resulta cada vez mais forte e difícil de ser alterado. Ou seja, para não viver se arrependendo, é preciso mudar a maneira de pensar”, ensina a terapeuta completando que antes de qualquer mudança de hábito é necessário responder a duas perguntas: O que você anda fazendo que gostaria de mudar e o que você não está fazendo que gostaria de fazer?

Mas, é importante lembrar também que o sentimento de culpa não é totalmente negativo, pois é a partir desse ponto que muitas vezes avaliamos certas situações nas quais cometemos um erro, aprendendo com ele a enfrentar o problema com outra perspectiva ou simplesmente o arquivando para que esse ensinamento sirva ade lição para minimizar reações posteriores. Então, o segredo para não ser consumida pela própria raiva é avaliar e não remoer as situações. Se identifica com alguns pontos abordados e está pensando na melhor forma de mudar a sua postura? Tendo em mente o que gostaria de mudar em relação as suas decisões você terá em mãos uma lista de metas e objetivos, a partir deste ponto será mais fácil mudar alguns hábitos. Não acredita? Vanessa Ritzel dá as dicas:

- Não se cobre, culpe ou sinta arrependimento pelo o que fez e faz, seja gentil consigo mesmo;
- Aprenda a conviver com a incerteza e não tente se livrar dessa sensação;
- Faça mudanças gradualmente, não tente mudar todos os hábitos de uma vez;
- Não tente controlar os pensamentos, utilize técnicas de respiração e relaxamento para acalmar a mente e retornar ao tempo presente;
- Documente seu sucesso, isso encoraja o resto da jornada;
- Seja paciente;
- Foco e atenção naquilo que gosta, a atenção é uma atividade, não meramente um estado de mente, e precisa ser praticada.

“Com estas dicas fica muito mais fácil definir a estrutura do hábito e um plano de mudança verdadeiramente eficaz. Se desprender de grandes arrependimentos vai ficar cada vez mais natural”, finaliza a especialista.

Fonte: Cyberdiet

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mar 01 2012

Comprometimento é fundamental para quem deseja perder de peso

O processo de perda de peso é mais complexo do que parece, pois envolve não só a reeducação alimentar, mas também a reeducação emocional. Afinal, todo mundo sabe que para poder emagrecer é necessário gastar mais calorias do que consumir. Alcançar tal meta, entretanto, não é nada simples e alguns fatores são fundamentais para que se alcance o sucesso.

Um passo importante para quem quer começar essa empreitada é procurar profissionais habilitados, como uma nutricionista, um psicólogo e um educador físico, e sempre buscar uma segunda opinião. Ouço diversos relatos de pessoas que foram submetidas a dietas malucas ou que receberam receitas de remédios milagrosos.

Não faltam no mercado, nas revistas e na internet sugestões e produtos que prometem o emagrecimento fácil, mas sabemos que eles não são efetivos e podem levar ao efeito sanfona ou ao surgimento de transtornos alimentares.

Quando realmente decidimos perder peso de forma adequada, além dos profissionais citados, é necessário mudar comportamentos e isso implica em comprometimento com o desejo de mudança e consigo mesmo.

Esse processo depende de organização e disciplina, pois uma das orientações prescritas pelos nutricionistas é alimentar-se a cada três horas, uma medida simples e coerente, mas que pouquíssimos cumprem. Muitos são os fatores que influenciam o real desejo de perder peso ou mantê-lo, alguns até inconscientes.

Quando assumimos a responsabilidade de perder peso, devemos ter total consciência de que uma orientação adequada resolve apenas parte do problema. A outra é buscar meios de seguir essas diretrizes e isso demanda organização e disciplina.

Por outro lado, defrontamo-nos com pessoas que não seguem essas orientações e nem sempre por falta de organização. Algumas delas acreditam que adotando outras estratégias, como comer menos, por exemplo, também alcançarão o objetivo de perder peso.

Esse último grupo segue a máxima do ?tudo ou nada?, ora comendo em excesso, ora não comendo nada. Nenhuma dessas opções é adequada e isso nos leva a pensar novamente no porque é tão difícil se comprometer consigo mesmo. Sabotagem? Quais são as mudanças que irão ocorrer caso eu emagreça? Como vou me sentir sendo admirada? Vou conseguir manter o peso magro? E se eu tentar e fracassar? Os amigos e a família irão me cobrar? Sentimento de impotência?

Podemos enumerar vários aspectos, porém cada um tem sua história de vida e a relação entre a comida e as emoções variam de acordo com suas crenças, vivências e formas de lidar com a tristeza, alegria e ansiedade.

Desta forma, poder passar por um processo de autoconhecimento vai auxiliar no desenvolvimento de uma melhor percepção dos sentimentos, promovendo a aquisição de ferramentas internas e externas que irão possibilitar lidar com as emoções e a comida de forma assertiva.

A psicologia é um aliado nesse trabalho, pois eleva a autoestima, ampliando, assim, as condições de se realizar mudanças na vida, incluindo a organização e a disciplina que toda reeducação alimentar necessita.

É fundamental que cada um posso se perguntar o que o impede de alcançar os objetivos, permitindo-se olhar si próprio.

Fonte: Minha vida

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jan 08 2012

Compulsão Alimentar – conheça mais sobre esse transtorno!

A compulsão alimentar é um dos Transtornos Alimentares mais comuns, e caracteriza-se pelo consumo regular de uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou constantemente, mesmo quando não tem fome, associado a algumas características de perda de controle e não acompanhado de comportamentos compensatórios extremos para a perda de peso como vômito e uso de laxantes, como no caso da bulimia.

Não se caracteriza como comer compulsivo o fato de a pessoa comer grande quantidade num almoço de domingo, sentindo prazer durante a refeição e consciente de que está exagerando na quantidade.

Estudos revelam que a prevalência de compulsão é igual nos dois sexos, mas as mulheres procuram mais o tratamento do que os homens.

Os episódios de comer compulsivo são mais freqüentes no período da noite, onde as outras pessoas não estão para censurar, e comem até se sentirem empanturradas, seguido de sentimentos de culpa, ansiedade, raiva do ato de comer, perda do controle do próprio corpo e vergonha.

A ansiedade e estresse são os principais fatores que levam ao aumento das compulsões alimentares, pois aumentam a secreção de cortisol, que estimula a ingestão de alimentos e o consequentemente o aumento de peso.

Para caracterizar a compulsão alimentar a pessoa deve fazer no mínimo dois episódios de ingestão alimentar compulsiva por semana, no período de 6 meses, e obedecer aos seguintes critérios:

- Episódios repetidos de compulsão;

Durante a ocorrência dos episódios, devem estar presentes no mínimo três dos indicadores abaixo:

- Comer muito mais rápido que o normal;
- Comer até sentir-se desconfortável fisicamente;
- Ingerir grandes quantidades de comida, mesmo estando sem fome;
- Comer sozinho por sentir-se envergonhado da quantidade de comida ingerida;
- Sentir-se culpado e/ou deprimido após o episódio.

Tendo em vista as várias doenças relacionadas com a obesidade que essas pessoas estão propensas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e dislipidemias (aumento das gorduras sangüíneas) juntamente com o descontrole no hábito alimentar, é fundamental o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar com médico, psicólogo e nutricionista para evitar os episódios de comer compulsivamente e da mudança gradativa nos hábitos alimentares.

Fonte: Cyberciet

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nov 20 2011

Dieta : Como sair do efeito platô

Oi queridos, como estão ? E o final de semana tudo tranquilo ? :D , é por aqui, mais ou menos, não abusei, mas comi pizza e doce, mas sem alteração na balança. Não precisamos eliminar tudo da nossa vida, temos que aprender a nos controlar diante da comida, não é verdade ?

Pelo que pude perceber quase ninguém se empolga muito com o “Prato do dia“, qdo criei pensei que pudesse ser uma forma de ajudar, mas visto que não, estou pensando em eliminá-lo do Desafio, de qualquer forma teremos o da próxima semana pq algumas poucas pessoas enviaram suas fotos, obrigada a estas ;)

Hoje inicia-se a pesagem semanal, vc SEMPRE deverá postar seu peso em “Pesagem Semanal“, SEMPRE colocando o número de participante, e SEMPRE lá no final da página, ok ? Eu gostaria da ajuda de vcs para que fique mais organizado, bonito e fácil :) , coloquem o peso assim como no exemplo: 72,5kg , ou seja, sem o 00 depois do 5 (72,500) , e tb coloquem “kg” (minúsculo) e logo após o peso, sem espaço (72,5kg) ! Agradeço desde já a colaboração ;)

Abaixo um texto para ajudar àqueles que estão na fase do “Platô”.

Dieta – Como sair do efeito platô

Se você está de dieta para emagrecer faz tempo, come o mínimo possível, não aguenta mais ter que resistir aos alimentos que você tanto gosta e, além disso, o ponteiro da balança não se move de jeito nenhum, você pode estar no efeito platô!

Sabe aquela pessoa que comenta que não sabe mais o que fazer para emagrecer, que não tem como comer menos, pois já come pouco e nada de eliminar peso?

Um dos possíveis motivos desse platô pode ser pela restrição de calorias excessiva.
No início você até emagrece, mas depois de um certo tempo o seu organismo pode se acostumar com aquela quantidade pequena ingerida e você para de eliminar peso, estaciona.

É bem verdade que para emagrecer é preciso reduzir o consumo de alimentos e praticar exercícios, para que assim você possa gastar mais calorias do que consumir. Porém a idéia de que comer o mínimo possível vai favorecer o emagrecimento mais rápido não é legal. É preciso comer na quantidade certa para que isso ocorra de forma saudável e duradoura, ou seja, até que você conquiste o peso que deseja.

Todos nós temos uma taxa de metabolismo basal, que é aquela quantidade básica que precisamos ingerir de calorias para nos mantermos vivos, suficiente para respirarmos e para que os nossos órgãos funcionem adequadamente. Para descobrir esse valor é preciso fazer um cálculo levando em conta o peso, altura, sexo, idade do indivíduo. Após obter esse resultado é necessário acrescentar um fator atividade física, mesmo que a pessoa não pratique exercícios, e aí sim temos um valor recomendado de calorias para ser ingerido ao longo do dia.

Para os que desejam emagrecer é preciso fazer uma pequena restrição em cima desse resultado, e aí é que muitas pessoas exageram, essa restrição não deve ultrapassar 1000kcal, então, por exemplo, uma pessoa que tenha uma necessidade calórica de 2200kcal, não poderá comer menos de 1200kcal.

Cada pessoa tem uma necessidade calórica e por isso nem sempre poderá seguir uma proposta de calorias igual a de outra pessoa.

Por isso é fundamental que se tenha uma orientação de um nutricionista para saber o valor correto de calorias que você precisa ingerir, seja para manter, emagrecer ou adquirir peso.

E para os que estão nesse efeito platô, como sair dele? É preciso aumentar as calorias ingeridas, para que o corpo se acostume com essa nova quantidade ingerida, para que depois possa ser reduzido novamente, e dessa vez, com moderação, e assim o corpo responder e então voltar emagrecer.

Roberta dos Santos Silva

Cyberdiet

Um ótimo domingo!

Beijocas,Lu.

http://www.lufrancesa.com/blog/

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nov 18 2011

Deixe de usar a comida como válvula de escape

Oi pessoal, como vcs estão ? Espero que estejam bem, em “forma” :) E o mini desafio ?

A tabela de peso de peso está atualizada, qualquer problema por favor escrever em “Dúvidas?” ! Peço que leiam o que pedi sobre como postar o peso, muitas pessoas não colocaram como pedi :( , o que faz com que eu perca um tempo consertando, agradeço se puderem colaborar, assim a tabela fica organizada e padronizada, ficaria muito feio se eu colocasse tudo diferente. Obrigada desde já!

Estou vendo algumas pessoas desanimadas, eu sei que não é fácil, por vezes é quase impossível, mas se queremos algo temos que lutar por aquilo, com todas as nossas forças! Se imagine mais magro (a), entrando em todas as roupas que vc deseja, com mais disposição para fazer as coisas. Pense SEMPRE POSITIVO, é o primeiro passo para conseguirmos, fazer algo achando que não vai conseguir não ajuda em nada, vc já começa  achando que não irá dar certo e provavelmente desta forma não dará mesmo.

Achei um texto para compartilhar, espero que seja útil.

Deixe de usar a comida como válvula de escape

A comida vem sendo usada por muitos anos como uma distração para suplantar sentimentos desconfortáveis. Ao invés de ser usada para nutrir o corpo com vitaminas e minerais necessários à sobrevivência, tornou-se um vício dificílimo de combater. Por isso a chamo de a “droga” mais popular do planeta. Ficamos viciados no prazer em comer e por isso comemos mais do que precisamos. Além de nutrir, a comida passou a ter duas outras funções:

1. Evitar sentimentos como depressão, tristeza, raiva, frustração, etc.

2. Dar-nos prazer através da ingestão de doces, salgadinhos deliciosos, chocolates, etc.

É muito comum as mulheres comerem mesmo sem fome, enquanto jogam conversa fora ou assistem TV para se distrair. O prazer é o que impulsiona a engordar sem perceber.

Este processo nos mantém em um nível mental e emocional superficial, o que nos enfraquece em relação ao nosso poder de controle perante a realidade, que é muitas vezes cruel, mas necessária para aprendermos a lidar com a solidão, rejeição, paixão frustrada, falta de sexo ou de reconhecimento profissional, apenas para citar alguns exemplos.

Aqui vão cinco dicas para que esse vício seja combatido com “unhas e dentes”:

RECONHEÇA que comer “emocionalmente” é um hábito nocivo à saúde e que você precisa cuidar disto com seriedade. Como? Lendo livros e artigos sobre o assunto, perguntando a pessoas que estão de bem com a vida em todos os aspectos, procurando profissionais que lidam com terapias alternativas e emoções. Você irá reconhecer que NÃO é necessário comer da maneira que pensa que precisa, para “distrair” sua dor emocional.

PARE, RESPIRE FUNDO E PENSE! Quando der vontade de comer, pense no que é melhor: comer para melhorar sua saúde ou fazer algo nocivo a ela?

GERENCIE o tipo de alimento que ingere e prove a si mesma que pode lidar com sentimentos indesejáveis de uma maneira positiva.

COMPRE somente alimentos naturais e saudáveis. Quando for ao supermercado, habitue-se a ler os ingredientes que compõe cada alimento e encha o carrinho de produtos nutritivos, eliminando a possibilidade levar comidas nocivas e fáceis de serem ingeridas para casa. Ao levar alimentos prejudiciais, a “viciada” sabota-se e apanha o primeiro bolo que vê na dispensa, para obter prazer quando está na fissura de comer, em momentos de solidão.

TEMPERE os alimentos com ervas para que a alimentação seja tanto nutritiva quanto apetitosa.

Muitas vezes pagamos um preço altíssimo por um alívio passageiro de estresse emocional através da comida. Podemos, por exemplo, ter má digestão, gases, intoxicação alimentar, etc.

Mas nem todos lançam mão da comida para se confortar. E por que algumas pessoas o fazem e outras não? Porque este hábito não está ligado a histórias passadas ou bagagem emocional, é um hábito mental criado para evitar a dor emocional.

Portanto, perder peso não é apenas uma questão de dieta, mas de como vivemos a vida emocional, mental e espiritual. Se conseguirmos tomar decisões sábias e sadias, seremos o reflexo destas atitudes também fisicamente. Quando comemos para nos preencher emocionalmente, a comida nunca satisfaz, pois ela não sacia a fome emocional.

Lygia Maya
Terapeuta

Dieta e Saúde

Bom final de semana!

Beijocas,Lu.

http://www.lufrancesa.com/blog/

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